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São Paulo - Com quantos paus se faz uma canoa?

São Paulo não pode parar. O clichê é bem conhecido de todo mundo, excetuando-se os politicos, é claro. Uma cidade dinamica como São Paulo precisa receber investimento em infra estrutura constantemente, mas obviamente as prioridades politicas estão sempre na frente das prioridades sociais.

Obras de infra estrutura são caras e dão pouca visibilidade aos politicos, servem apenas - veja só! - para evitar que a cidade se desintegre pelo crescimento e pela movimentação demografica.

Os dias foram passando, a cidade se movimentando e como a chuva nem esteve castigando tanto assim, os governantes preferiram contar com a sorte.

A cidade cresceu em volta de varzeas e rodeadas por mananciais, ano após ano as enchentes castigam a cidade e o único meio de se evitar uma catastofre com o passar dos anos é o investimento maciço.

Usar a verba do contribuinte para fazer propaganda em detrimento de investimento pode dar certo. Mas o impodenravel neste caso são as forças da natureza. Países civilizados como o Japão e os Estados Unidos costumam "fazer a lição de casa" e lidam muito bem com terremotos e furacões. É possivel que estes fenomenos matem menos gente nestes países do que o mau tempo tem matado no Brasil nesta temporada de chuvas.

Fica muito comodo nosso prefeito por a culpa no povo que constrói casas "irregulares" e nas chuvas acima do normal. O povo só constrói em mananciais por não ter onde morar e por não ser incomodado pelo poder publico enquanto está construindo seu barraco longe o suficiente para não ser um fardo.

A cidade está um caos, mas desta vez a chuva tem destruido mais que casas miseraveis e ceifado mais que vidas semi-indigentes: A popularidade do prefeito se esfarelou como papel molhado.

Quem não investe o que deve para evitar enchentes acaba aprendendo com quantos paus se pode fazer uma canoa!

E olha que em 10 de setembro, este blog já tinha avisado: São Paulo do Orvalho terrinha do Car... amba!

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