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A grande lambança diplomática: Lula-lá não é Lula-Alá.


Celso Amorim é uma comedia. Pensa que no Itamaraty existe um trono e que o mundo é seu reino. Esboçou traquejar contra os Estados Unidos sempre que pode. Viu na transição presidencial americana uma brecha para exercer todo seu ódio contra os Yankees. Quebrou a cara e levou de quebra o presidente Lula e o Brasil.

Lula é inteligente e sabia que fechar um acordo com o Irã era seu passaporte (para usar termo caro ao chanceler brasileiro) para a história, além de alavancar de vez a candidatura de sua pupila Dilma Houssef.

Lula abusou da imagem de coitadinho que chegou a presidência. Foi considerado um fenômeno pela comunidade política internacional. Quando o índio cocaleiro Boliviano afrontou o Brasil Lula lhe passou a mão na cabeça, mas desde sempre a diplomacia brasileira ensaia afrontar a maior potencia mundial.

Os Estados Unidos deram uma lição de diplomacia ao enviar sua secretaria de estado em excursão pelo mundo para esclarecer e negociar sua posição, Hillary Clinton até no Brasil esteve a despeito de ser mal recebida e tratada. Os americanos diplomaticamente se calaram e continuaram a fazer seu trabalho. Lula e Amorim pensaram que estavam podendo.

Como um garoto levado, O Brasil decidiu unilateralmente que resolveria o problema do mundo sozinho. O Itamaraty ignorou os esforços internacionais de quase uma década que de tão infrutíferos levaram Rússia e China a debandar para o lado americano, ainda que a contra-gosto. Enquanto Lula oferecia a bunda brasileira para os iranianos passarem a mão, usando a boa vontade tupiniquim para ganhar tempo e ludibriar os cães infiéis (como costumam tratar por lá todos os moradores do ocidente), o mundo civilizado, globalizado e diplomático seguia seu curso. Lula saiu do oriente com um pseudo-acordo e chegou ao oriente com uma vergonha danada.



Lula ainda arrotava sua pajelança, o momento não poderia ser mais propicio, ao lado de presidentes e autoridades dos grandes países europeus. Quando estufava o peito para receber o milionésiomo tapinha nas costas lhe puxaram o tapete voador. Ao receber a noticia indigesta de que os  de fato poderosos desfizeram juntos tudo o que o Brasil julgara ter feito sozinho, pela primeira vez na história deste planeta o mundo viu assombrado o presidente pai da retórica ficar sem palavras, como que engasgado na própria lambança.

Lula aprendeu mais uma lição valiosa, na pratica como é próprio de quem se gaba de jamais ter lido um livro inteiro: Diplomacia é muito mais que um ar presunçoso e pretensioso. E assim recoloca o Itamaraty no rol dos diplomatas SRD (sem raça definida) como diriam os defensores dos animais.

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