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Serra, Dilma e o aborto.

Dilma invoca o "presidente" para se posicionar contra o aborto. Serra alega "motivos de natureza pessoal". Balela. Ambos devem estar se lixando para a questão. Como os institutos de pesquisa dizem que o a Dilmona caiu por ser a favor, todos correm para se manifestar contra.
Os tais pesquisadores são os mesmos que  previam Dilma eleita em primeiro turno e que Aloisio Nunes, o candidato a senador mais votado em SP, nem sairia na foto. Uma mãe só recorre ao aborto em duas condições: Se não tiver outra alternativa ou se não merece mesmo ser mãe.
Abortar enquanto o "filho" não passa de um amontoado de células (Sem o sistema nervoso formado e destituído de sensações ou sentimentos) é infinitamente melhor que deixar que a sociedade e a policia ou os bandidos abortem a "pessoa" no decorrer da vida. O aborto controlado e assistido pelo estado é infinitamente melhor que o aborto clandestino. Quem recorre ao aborto não está preocupado(a) com a legalidade, logo, é um erro pensar que o numero de abortos vai aumentar. Uma mulher pronta para ser mãe nas circunstancias certas se forma dentro de casa e não nas letras frias da lei. Quando uma mulher decide abortar, não vai pensar se é ou não um ato criminoso, ela vai simplesmente abortar e depois vai se socorrer no aparato estatal de saúde para reparar as complicações do -ilegal- aborto.
Não podemos aceitar que pessoas comprometidas com o futuro do país mudem de opnião ao sabor de pesquisas que, por sinal, se mostram pouco confiáveis.
O aborto é só um tema polêmico, mas diz muito sobre a indole das pessoas que querem governar a sua vida e o futuro das próximas gerações.

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