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Máfia do apito – A justiça tardou, mas não falhou.

"A CBF juntou documentos impertinentes, com o escopo de ofender o MPE. Fez a juntada sob fundamento que somente o despreparo para o sentido do devido processo legal explica. Condicionou a desistência de prova a desistência do processo, como se isso, dada a natureza da ação civil pública, fosse possível. Associou triste fato envolvendo criança a seu requerimento. Ofendeu, com efeito, o princípio republicano que caracteriza o processo (método de atuação do Poder Judiciário), tumultuando e retardando a atividade jurisdicional"      
Parte do despacho do MM. Juiz, Dr. José Paulo Carmargo Magano



Além de CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e FPF (Federação Paulista de Futebol) foram condenados os árbitros Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon e ainda o empresário Nagib Fayad. As condenações totais somam mais de R$:200 milhões (Só Danelon deve pagar quase 7 milhões).  

É ainda a primeira instancia e tudo pode ocorrer até que o veredicto final de termo a questão, mas o fato de se ter documentado com fé publica as praticas da CBF e suas federações, como o texto no “caput” deste artigo demonstra, já é de grande valia para alertar a você, pobre torcedor brasileiro, sobre a quantas anda a administração de sua paixão nacional.

P.S: Como assim associou triste fato envolvendo criança? O.O

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