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Tudo bem. Vamos falar de Restart - A banda.

Restart - Gays e ignorantes?
Tem muita gente criticando e quando é assim não costumamos perder nosso simplório tempo no assunto. Restart é só um conjuntinho  meia boca que vende musicas pra lá de comerciais para consumo adolescente.  Já tivemos Menudos, Dominó, polegar e temos hoje  em escala mundial o ídolo teen  Justin Bieber.

Esta gente toda nunca fez –e continua não fazendo- diferença. Os aborrecentes adoram hoje e amanhã já esqueceram. Não estão oferecendo drogas, pelo menos do tipo ilegal e convencional, aos nossos jovens. Na verdade trabalham duro e ganham um dinheiro suado pra caramba
para entreter nossos “pequenos enfantes”. Eventualmente, até pode surgir deste “nicho de mercado” um ou outro artista - na concepção da palavra. 

Pegaram no pé da molecada do Restart por conta das roupas que usam e agora acusam os garotos de serem gays. Cazuza era gay e tinha mais talento que a maioria dos músicos e cantores brasileiros.
Pegaram no pé da molecada do Restart por conta de acharem que na Amazonia não existisse civilização. Como estão entre os pouquíssimos jovens brasileiros que podem ter a oportunidade de conhecer a Amazonia de perto, vão aprender na pratica o que a maioria nem aprende no banco da escola.

São só garotos trabalhando. Pouco importa a proporcionalidade entre a qualidade do trabalho e o sucesso auferido. Se, são piores que Chico Buarque  e João Gilberto e ainda assim vendem mais, creio que está na hora dos Dinossauros procurarem um meio mais eficaz de se comunicar com seu publico. Ou assumem que são elitistas e só, ou viram artistas e vendam arte a quem tenha disposição para consumir.

Nada existe de errado com o consumo do povo. O erro está em se pretender artista e se julgar exclusivo para determinada classe. A arte para consumo de poucos empobrece o artista e a cultura de seu povo. Na era da comunicação todo funkeiro sabe que João Gilberto está sendo despejado do apartamento alugado em que mora ou que Chico azarou mulher casada na praia, noticias comezinhas e populares que importam tanto quanto seus discos, já que são artigos, medindo-se o alcance, para consumo de poucos.

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