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Aquela conversa que não terminamos ontem.

Quantas vezes você quis dizer algo e não conseguiu ou achou melhor deixar pra lá e isto ficou lhe remoendo por muito e muito tempo?
 
Hoje em dia é bem difícil encontrar quem esteja disposto a conversar francamente, expondo suas entranhas e esclarecendo todos os aspectos da causa em questão, seja qual for.
 
Casais perdem a oportunidade de resolver questões importantes e acumulam magoas e meias
verdades até que a situação se torne insustentável; pais esquivam-se de ter aquela conversa com os filhos até que descubra ser tarde demais; amigos e colegas e vizinhos perdem boas oportunidades de resolver problemas simples por falta absoluta de palavras certas na hora exata.
 
O velho guerreiro sempre ensinava que "quem não comunica se estrumbica" e vivemos nos "estrumbicando" por não conseguir expor com clareza o que queremos, o que esperamos, o que pensamos e o que sentimos.
 
Meia verdade é tudo o que tem um aspecto verdadeiro envolto numa mentira ou num engano e somos muito propensos a "saber" das coisas por dedução, criando nossas próprias meias verdades. Se uma mentira repetida mil vezes acaba passando por verdade, duas (ou mil) meias verdades não formam uma verdade inteira. Quando criamos nossas próprias meias verdades e as repetimos mil vezes, estamos apenas sendo inventivos para aceitar, com toda a parcialidade, as coisas como nos parecem melhor que sejam verdadeiras.
 
Uma pessoa super sincera acaba se tornando insuportável (como aquele antigo quadro do fantástico), todavia o oposto diametral nos leva a viver numa realidade paralela, vendo as "verdades" da vida pelo aspecto mais favorável, apenas pelo medo de se expressar, seja questionando, pedindo, cobrando, expondo, explanando ou mesmo desabafando (até aquele palavrão básico serve).
 
Então, aproveite enquanto há tempo para dizer o que pensa ou sente para as pessoas. Nunca se sabe quando vai ser a ultima oportunidade de dizer um "eu te amo", de pedir desculpas, de "lavar aquela roupa suja" ou, quem vai saber, de mandar "aquela peste" para  a "ponte que partiu"!
 
Não é nada, não é nada, seu coração vai ficar leve, leve...
 
 

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