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Policial Militar supostamente bêbado é desarmado por populares em Ibirá-SP

Um policial militar de Ibirá-SP sofreu grave constrangimento ao atender ocorrência de roubo a residência. O PM visivelmente alterado foi insultado, agredido e teve a arma e as chaves da viatura retiradas por populares.  A PM afastou o policial e diz que vai apurar o caso, em nota a Associação dos Praças Policiais da Ativa e Reformados do estado de SP afirma que o PM estava sob efeito de medicação, em tratamento psiquiátrico particular para não ser preso pelos médicos da PM.

Confira abaixo a nota da Associação e o video:




O policial militar XXXXXX de Ibirá-SP, estava de serviço quando foi filmado por pessoas comuns da sociedade que imaginavam que ele estava bêbado. As pessoas estavam indignadas e até certo ponto, com razão, uma vez que sua coordenação psicomotora estava comprometida e sua fala denotava CERTO torpor, possivelmente causado por algum tipo de embriaguez. 
O policial foi humilhado, agredido e ofendido moralmente por um cidadão mais exaltado que por diversas vezes se dirigiu a ele de forma acintosa e ofensiva, CHEGANDO A DESARMA-LO, tudo observado por seu parceiro de viatura, que diante do clamor popular, gerenciou a crise que poderia ter tido um fim trágico.
Retiraram a chave da viatura e ameaçaram jogar o vídeo nas redes sociais, como de fato fizeram, a fim de ridicularizar o policial, sem saberem que ele não estava bêbado! O policial faz tratamento psiquiátrico particular em razão de complicações psiquiátricas em decorrência do serviço policial, mas como qualquer policial militar, teve contestados seus laudos psiquiátricos pelos médicos da PM, que jogam no lixo os diplomas de todos os médicos que não são da PM. O POLICIAL É OBRIGADO A TRABALHAR, MESMO SEM CONDIÇÕES, PORQUE SENÃO ELE É PRESO EM FLAGRANTE DELITO! 
Assim como com o soldado XXXX, há centenas, talvez milhares de policiais militares no estado de São Paulo sob tratamento psicológico ou psiquiátrico, todos em razão de estresse no serviço policial, entretanto a instituição Polícia Militar ignora a gravidade dessa situação e seus profissionais de saúde se preocupam muito mais com a imagem de seus comandantes do que com a saúde de seus colegas de trabalho. 

Esse é um veneno mortal do militarismo. 

A obrigação de psicólogo de obedecer ao seu comandante e colocar para trabalhar na linha de frente, pessoas sem a menor condição psicofísica para tal.

A Polícia Militar não fornece diplomas de psicologia! O psicólogo da PM não recebe um centavo a mais por isso, além de ter feito faculdade fora da instituição e com seus próprios recursos, portanto é inaceitável que, a despeito de seu juramento e de sua subordinação ao CRP (Conselho Regional de Psicologia), que é quem regulamenta sua profissão, aja de acordo com ordens absurdas da caserna e coloque disponível quem, por determinação de outro profissional de saúde, encontra-se indisponível para o serviço. 


Leia mais: http://www.appmaresp.com/news/pm-nao-estava-bebado-estava-trabalhando-sob-efeito-de-remedios-para-nao-ser-preso/

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