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Fora Dilma! A depressão e a crise que mata.

Nabor coutinho era um cidadão carioca, ao que se sabe do tipo honesto, que as custas de trabalho chegou a um lugar confortável na vida. Morava num bom condomínio do bom bairro da Barra da Tijuca e criava seus filhos como uma familia normal da classe média brasileira. isto implica dificuldades sim, mas as dificuldades de Nabor acabaram em tragédia nesta data tão simbólica para a politica brasileira. 

Enquanto Dilma faz seu último desagravo na qualidade de presidente a familia de Nabor chora quatro vitimas fatais do colapso da economia brasileira. Nabor assassinou a esposa e pulou, abraçado aos filhos, do 18º andar do prédio onde morava. São as quatro mais novas vítimas da depressão.

Em uma carta encontrada pela policia Nabor reclama de ter falhado como homem por perder renda e a capacidade de cuidar da familia, por não conseguir pagar um plano de saúde caríssimo para esposa devido ao histórico médico e por perder as expectativas. Nabor estava doente.

A depressão é uma doença implacável que leva o doente a piorar os cenários. Se não estivesse doente Nabor provavelmente iria preferir morar num barraco de favela com sua linda familia. O drama aqui é que a depressão causada por crise financeira é (redundancia inevitável) implacável. poucas pessoas tem estrutura para escapar incolume de repentina e drástica perda de poder economico. 

Nabor estava doente e sequer podia se tratar por que não conseguia pagar o plano de saúde, suas perspectivas se esvairam, sua capacidade de lutar foi minada pouco a pouco a duros golpes de crise economica.

A depressão que ceifou a familia de Nabor tem nome e endereço. Chama-se crise brasileira, natural e residente de Brasilia - DF. 

a pouca dúvida que eu tinha quanto o melhor resultado do processo de impedimento morreu junto com a familia de Nabor. Fora Dilma!

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