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Lésbicas no bar Aldeia e a diversidade sexual – A diferença entre orgulho e escárnio.


A estudante Mariane Comparoni, uma garota jovem e lésbica, freqüentava um bar em Jundiaí. O transito de lésbicas no bar não era assim tão raro, já que Vanessa outra jovem lésbica freqüentava o bar no mesmo dia e até assediava clientes no banheiro feminino.

As duas se conheceram e resolveram namorar. A afinidade foi tamanha que o clima esquentou ali mesmo. Em frente aos outros clientes os beijos calientes e caricias mais intimas, classificadas por Mariane como “amassos quentes” e pelos clientes como sexo explicito. Segundo o dono do bar, Luiz Gonzaga Lima Neto, uma das garotas até colocou o seio para fora da blusa, o que na versão de Mariane foram beijos em seu decote generoso.

Uma segurança da casa colocou então as moças afoitas para fora. A grita pelos direitos homossexuais começou ainda dentro do bar com a recusa de uma das moças em deixar o local.

Para os clientes, como a frentista Rosemeire de Sousa Araújo, de 34 anos, uma das freqüentadoras que afirmam terem sido assediadas no banheiro, um alivio e para a comunidade GLBT um desrespeito à diversidade sexual, discriminação e o escambau a quatro.

Pesa em defesa do bar Aldeia o fato de o Barman ser homossexual assumido e o transito de pelo menos duas lésbicas num único dia. Luiz Gonzaga afirma que fossem heterossexuais a conduta seria a mesma e a Delegacia da Mulher, Fátima Giassetti , que comanda as investigações, matou a charada: “É preciso ter bom senso. Não é uma questão de preconceito, mas é preciso respeitar algumas regras, porque alguns comportamentos são inadequados independente da opção sexual”

Aqui mesmo neste blogue vivemos combatendo o preconceito, seja ele qual for. Todos precisam respeitar as opções e diferenças alheias. O que ninguém tem direito é de abusar do direito à diversidade para tripudiar os valores alheios. A atitude abusiva das garotas só depõe contra a causa que julgam defender.

Imagem de babaluneon.blogspot.com

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