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Roubou uma lata de atum foi preso. Roubam você todo dia e estão por aí...

Um desafortunado entrou num mercado e furtou quatro latas de atum. Os  produtos somam algo próximo  a R$: 20,00. Quem furta coisas insignificantes certamente têm problemas. Pode ser um viciado em drogas ou simplesmente um faminto, de qualquer forma deveria ser assistido pelo estado. O cara mora no extremo da Zona Leste de São Paulo. Um lugar tão remoto que as pessoas brincam com a sigla ZL chamando a de Zona Longe, demorou três horas para chegar ao Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de S. Paulo, lá chegando recebeu a noticia: Seu crime lhe rendeu uma pena de 18 meses de reclusão e como se atrasou, deve aguardar o recurso da defesa atrás das grades.

Existe uma figura jurídica chamada "principio da insignificância", o entendimento é que quando o crime é de pequena monta e sem ameaça a vida humana, não compensa que o estado gaste o dinheiro do contribuinte para punir o criminoso. Só a gasolina que a viatura policial gastou para atender a ocorrência já cobre o valor do furto. Além disto quando alguém que não possui meios rouba alimento enquadra-se no crime famélico que é inimputável. A juíza da 9ª vara desconsiderou tudo isto  e enquadrou o rapaz, acarretando mais gastos para o estado até que uma instancia superior liberte o ladrão miserável.

Segundo a revista Veja, a corrupção no país movimenta o montante de R$ 80.000.000.000,00 (oitenta bilhões de reais), desde o inicio do governo Dilma nada menos que 5 ministros de estado caíram por conta da corrupção e um outro está todo enrolado. Esta dinheirama toda é roubada de você todos os dias e ninguém vai preso por isto. Daria para comprar todo o estoque mundial de atum e distribuir de graça para muitos famintos.  

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