CQ? na net:

Este é o nosso mundo...

Olha a cabeleira do ZeZé! Gay se transveste e beija quase 200 foliões em SP.

Carnaval, é a festa pagã! Vale tudo! Homens afoitos por encontrar mulheres disponíveis para um relacionamento que dure 10 segundos ou meia hora, no máximo, termine na quarta com as cinzas. Mulheres não são assim tão "facinhas" e mesmo nas folias são seletivas toda vida. Se você saiu atrás de um rabo de saia e conseguiu arrumar algum, saiba que você foi a "menos pior" das investidas dela.

Mas, sempre tem os gays. Estas criaturas inventivas toda vida e sempre dispostas a acolher um desprezado pelas musas das avenidas. Um rapaz em São Bernardo do Campo-SP resolveu ir além e se vestiu de mocinha para beijar muuuuito. E conseguiu! 

Beijou nada menos que 175 foliões, 60 dos quais devidamente fotografados e divulgados nas redes sociais. Beijou muito no carnaval? De repente você está aí na galeria!


O escrever da história.


Julião carrega sempre na carteira uma foto amarelada, rasgada pelo meio. Nela se vêem duas crianças, Lucinha e Aparecida, de trancinhas, brincando na areia. O rasgão denteado corta parte do braço alevantado de uma delas. Julião, emocionado, explica que "é Lucinha me estendendo um ancinho de brincar". Mas Julião não consta da foto, tal como não aparecem o ancinho e a mão da miúda. Português andarilho, Julião sobreviveu em vários estados brasileiros. Mas foi no Rio de Janeiro que, nos idos de 70, encontrou a sua amada, moça do interior baiano que lhe concedeu duas filhas "lindas de morrer". Nas praias de Niterói clicaram dezenas de fotografias - ele com as crianças, ela com as crianças, apenas as crianças. Julião bebia muito, assumia-se mulherengo e boémio de botequim. Um dia, após épica discussão, a baiana desapareceu. Levou as meninas e as fotografias. Menos uma: a "chapa" censurada, com as duas crianças brincando na praia. Julião correu o Brasil, já lúcido, mas não encontrou rasto das filhas. Voltou a Portugal, meteu-se em políticas, leu uns livros, passou pelo 25 de Abril e, quando mostra a foto, lembra-se logo das técnicas estalinistas, de quando se foram apagando dos retratos oficiais as figuras soviéticas de que o líder não gostava, Trotsky à cabeça. Com sofrida ironia, Julião suspira. "Sofri no coração as técnicas do estalinismo fotográfico!" Nos tempos que correm, as técnicas são outras; e democráticas. Tiram-se umas figuras, põem-se outras, baralha-se tudo, dá-se de novo, esquecem-se umas coisas, recuperam-se outras. Orwell disse que "a História é escrita pelos vencedores!" Na verdade, não são os historiadores que escrevem a História, quanto muito reescrevem-na com base em documentos supostamente fiáveis. A verdadeira História escreve-se, vê-se e escuta-se todos os dias - e vai-se refazendo ao longo dos anos e dos séculos. E por isso, são mesmo os vencedores que escrevem a História. O Jornalismo fiável limita-se a descrever o quotidiano de que se alimenta a História. Até as grandes figuras (da política, da ciência, das artes, do jornalismo) vão e vêm ao sabor da História vencedora. Sobra a memória do Povo. O busílis, para os historiadores, é que grande parte da memória do Povo fica-se, neste século, pela memória do que se viu (ou de quem se viu) na TV. Porque, por exagero ou manipulação, criou-se a ideia de que uma imagem vale mais do que mil palavras. Logo, o estalinismo passou a ser democrático. Esquecem-se desmemoriados poderosos que Estaline acabou por não ficar nada bem na fotografia da História. 

O autor: http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/victor-bandarra

A filha da Maria (do Rosário) vai com as outras?

Foto do cachorro da família com um "baseado".
Quem viu as postagens da filha da ex-ministra Maria do Rosário ficou perplexo. Muita gente aproveitou para usar as imagens contra as posições da mãe e da esquerda brasileira. Primeiro é preciso ressaltar que esta menina tem problemas - e sérios. Depois podemos elencar algumas considerações sobre a publicidade dada as fotos.

A mãe erra ao permitir a menor, sob sua tutela e incapaz juridicamente, postar tais imagens publicamente, ainda que não passem de poses (o que não parece ser o caso). O caso merece algum tipo de intervenção, inclusive de órgãos competentes e debate nas redes sociais.

Sabemos que os haters são implacáveis e que é preciso tomar muito cuidado com o que postamos ou permitimos nossos filhos fazerem na internet, mas o linchamento é injustificável, pois sendo filha de quem for, tratamos de uma adolescente.

Ao que vemos adolescentes não podem ter todos os direitos que a dona Maria (do Rosário) prega e milhares de meninas e meninos sofrem com exposição nas redes sociais todos os dias, mas não podem ser expostos desta forma (que a menina foi), ao menos por gente digna. Então vamos pensar o seguinte:

Desconsidere a personalidade pública da mãe, analise as fotos como se fossem de sua filha (ou irmã ou namorada) e aí chegaremos ao cerne da questão. Dona Maria foi a policia denunciar os que achincalharam a menina (tá certinha!) mas se esqueceu de denunciar a negligência da mãe. Tá tudo errado, dona Maria!

Fazendo história no Derby Centenário - O juiz chorou e Tchê-Tchê sorriu.

Desde que o Palestra Itália goleou o Corinthians por 3 a 0 até o jogo de ontem (22/02/2017) muita coisa aconteceu. O Derby é parte essencial na construção da história dos dois times e já fez muitos heróis e muitos bandidos. 

Não poderia ser diferente no jogo centenário.  Jô jogou apenas 5 minutos (mas precisou mesmo de 40 segundos) para fazer história ao empurrar a bola para as redes em seu segundo toque na bola e quebrar o favoritismo do alviverde, cujo elenco é infinitamente superior. Thiago Duarte Peixoto, o árbitro da partida fez história ao expulsar equivocadamente o jogador Gabriel.

Ao final da partida dois eventos raros no futebol entraram para os anais do clássico.  o juiz não só se explicou como admitiu o erro e chorou. Sim, Thiago sucumbiu em prantos ao final da partida e teve a humildade de explicar o erro e pedir uma segunda chance.

Gabriel foi jogador do Palmeiras até o fim da ultima temporada e seu ex-companheiro Tchê-Tchê comentou o lance da expulsão durante um live (transmissão ao vivo) de Moisés, jogador que sofreu entrada dura e lesão grave ainda outro dia em jogo contra o ex-time de Tchê-Tchê.

Sabe-se lá se em tom de brincadeira ou muito a sério, o palmeirense afirmou que Gabriel foi traíra ao trocar de time e que por isto mereceu a injustiça.

Tchê-Tchê surgiu no surpreendente Audax-2016 e trocou de time, se continuar jogando a bola que joga não deve demorar a trocar de time novamente (desta vez rumo a Europa ou a China).

A história é continuamente escrita, mais tarde saberemos com certeza o lugar de cada personagem no rol de heróis e bandidos do Derby.

Ladrão é preso, julgado e sentenciado a morte no Rio.


Uns metros de fita, um punhado de gente que uiva, e um atirador. Embora não exista na letra fria da lei, a pena de morte foi aplicada na prática com Patrick Soares, de 20 anos. Patrick deveria, provavelmente, estar em prisão, mas um homem resolveu sentenciá-lo com seis tiros em plena rua nesta terça feira. Não foi em Filipinas, onde seu presidente promove o extermínio de narcotraficantes ou viciados. Foi em Duque de Caxias, a meia hora de carro do centro do Rio.

Patrick, um jovem moreno com brincos nas orelhas, saiu de uma festa às 7h da manhã da terça-feira. Estava acompanhado pelo seu irmão de criação, de 16 anos, e um amigo. Montados em duas motos, no caminho para casa, Patrick anuncia que pretende assaltar uma mulher e o amigo o acompanha dirigindo a motocicleta. O irmão disse que desistiu da empreitada, deu meia volta e foi embora. Em algum momento entre o anúncio do assalto e o crime realmente acontecer, moradores da região prenderam Patrick aos gritos de “pega ladrão”. Foi imobilizado da barriga para baixo com braços e pernas nas costas amarradas com fita.
Foi nesse momento que o irmão resolveu voltar e se deparou com a cena. Não teve muito tempo para reagir porque o grupo, a maioria homens, também o pegou, o arrastou pela rua e amarrou suas mãos alertando que não iriam soltá-los até a polícia chegar. Mas alguém, ainda não identificado, decidiu por todos antes de os agentes aparecerem.
Dentro de um Palio, pelo menos um homem – os PM's que atenderam a ocorrência falaram de vários – parou ao ver a confusão e perguntou o que estava acontecendo. Os moradores e comerciantes relataram a tentativa de assalto e que estavam esperando uma viatura. "Pô, viatura? Vai dar trabalho para os policiais? Sai daí, sai, sai!", disse o atirador, segundo o relato em aúdio de uma das testemunhas. Sem muita mais conversa o recém chegado atirou. Seis vezes. Duas na cabeça, três no tórax e uma no braço esquerdo. Todos correram enquanto o homem ia em direção ao irmão. Alguém disse que o rapaz não tinha relação com o assalto e o menor foi absolvido. A polícia investiga agora se os justiceiros eram milicianos, os braços da lei onde o Estado é ausente, e se foram chamados por algum morador. Poderiam estar efetivamente com sede de justiça ou avançando na conquista do bairro, hoje dominado pelo tráfico. Não importa mais.
A reportagem tentou contato com a família de Patrick, que não tinha passagem policial, sem sucesso. Durante o enterro, nesta quarta-feira, uma prima do jovem desabafou ao jornal Extra: "É muita maldade no coração do ser humano. Se ele estava roubando, não cabia à população julgar. Pelo que eu entendi, na hora, quando as pessoas o agarraram, ele não conseguiu se expressar, se defender."
O caso de Patrick é mais um num país onde acontece um linchamento por dia, conforme documenta o sociólogo José de Souza Martins, autor do livro Linchamentos - A justiça popular no Brasil (Contexto, 2015). Em setembro do ano passado, também em Duque de Caxias, um linchamento teve um desfecho similar. Um homem apareceu do nada e atirou quatro vezes no rosto de Ronaldo Silva Santos que, alcoolizado, acabava de atropelar uma família que saía da igreja e acabou matando duas crianças. Também na época se especulou sobre um miliciano. Outros casos de linchamento ou execução em plena rua se repetiram na abandonada Baixada, mas também em zonas nobres da cidade. Em 2014, um garoto foi amarrado a um poste com a trave de uma bicicleta, e espancado por um grupo de justiceiros no bairro do Flamengo.
Atos de justiça popular, quase sempre registrada em vídeo, têm se repetido inclusive em Copacabana, em vingança aos assaltos coletivos nas suas praias. E a prática repete-se no Brasil todo. Em convesra com o EL PAÍS em 2015, Souza disse que esse cenário refletia um país onde as instituições não funcionam e a Justiça é morosa, cara, complicada. “Ninguém vai esperar um processo porque já está convencida de quem cometeu o crime. A instituição judiciária no Brasil sempre foi um luxo para quem pode pagar um advogado, para quem conhece as regras”, afirmou Souza, após o linchamento e morte de um suposto ladrão em um bairro pobre de São Luís, no Maranhão. “Nós temos duas sociedades, uma que segue as regras do estabelecido e outra que não as segue porque não concorda com elas”.
do jornal espanho El Pais.

Golpes da internet - Caiu na rede é peixe!

Mulher compra gatonet pela internet, não recebe e ao reclamar descobre que vendedor é fake.

Funciona assim: Alguém anuncia uma oferta "muito imperdível" nas redes sociais, geralmente é uma oferta inexequível, sem pé nem cabeça ou ilegal. Já houve lavrador semi-analfabeto selecionando modelo para agencia internacional, empréstimos que para a liberação cobram taxas absurdas, empregos que dependem de cursos caríssimos para admissão e venda de quase tudo: cartões clonados, cédulas falsas, créditos ilimitados para celular e etc...

Na primeira categoria abusam da boa fé das pessoas que não checam fontes e ávidas para conseguir o prometido não atentam para as contradições. Na segunda está gente que - muitas vezes sem se dar conta - age de má fé, tentando obter vantagem indevida e acaba se dando mal. Via de regra quem vende produtos ilegais pela internet não entrega já que não há reclamação possível. Quem ousaria denunciar a policia que não recebeu as notas falsas ou os cartões clonados que comprou pela internet?

A moda agora é o "gatonet". Os estelionatários roubam fotos aleatórias e montam um perfil falso, entram em grupos de negócios nas redes sociais e oferecem o receptor desbloqueado de TV a cabo por um preço bem crível. O brasileiro que gosta de levar vantagem em tudo paga (geralmente por depósito bancário ou cartão)  e fica a ver navios.

O pior é que alguns ainda reclamam indignados nas mesmas redes sociais, algo como "Fui dar um golpe na operadora de TV e o golpista me golpeou". 

A internet é uma extensão da vida real e tão perigosa quanto. Antes de fazer negócios (quanto mais os ilegais) convém checar muito bem a idoneidade do vendedor.

Fiat Mobi brasileiro custa muito menos e tem muito mais garantia no México.

O México é um pais em desenvolvimento que sofre com a violência, com a corrupção, com a pobreza de parte da população e agora até com Donald Trump. O país também tem muitas estradas bem ruins!
Com a crise braba que assola nosso país a Fiat brasileira achou uma saída para vender seu carro de entrada, fabricado bem aqui em Betim-MG e projetado para o mercado tupiniquim. O excedente do baratíssimo Mobi (um dos 10 carros mais baratos do Brasil) está sendo exportado para o país latino.

Eu e você deveríamos ficar bem felizes com isto já que as exportações ajudam a melhorar a economia e a manter os empregos, certo?

Só tem um detalhe que vai te deixar um pouquinho contrariado: Por aquelas bandas o carrinho vai custar 11 mil reais a menos e vai ter mais que o dobro da garantia, além de assistência 24 horas!

Enquanto no Brasil a versão mais em conta sai por pouco mais de R$:33 mil e conta com 3 anos de garantia sem a tal assistência, depois de viajar milhares de quilômetros e pagar as devidas tarifas será vendido no México por cerca de R$:22 mil, com garantia de 7 anos e assistência 24 horas até o fim da garantia. Que tal?


FIFA Sincera: Campeões mundiais de clubes só a partir de 2000.


Uma polemica que insuflava discussões e mesas redondas Brasil afora acaba de chegar ao fim. Os times que ganharam torneios de dimensão mundial anteriores aos mundiais da FIFA diziam que o Corinthians não era campeão porque não passou pela libertadores em 2000 e estes diziam ser mais campeões porque tinham o carimbo da entidade na faixa, ao contrario dos demais. 

Em 2015 a agência Estado consultou a FIFA sobre a validade dos títulos mundiais anteriores aos organizados pela entidade, a Copa  Toyota disputada em jogo único entre os campeões sulamericano e europeu no Japão, a Copa Intercontinental que era disputada pelos mesmos protagonistas mas em jogos de ida e volta e até um torneio que o Palmeiras ganhou em 1951.
A FIFA malandramente respondeu que reconhecia estes torneios como de dimensões mundiais sem explicar que havia diferença. Assim não desagradou a Gregos ou Troianos.

A nova FIFA recebeu nova consulta e não teve papas na língua: Reconhece que os certames anteriores tiveram dimensão mundial, mas campeão mesmo, com a chancela da entidade, só a partir de 2000, quando ela assumiu a organização.  

Crise carcerária -O governo vai piorar a violência no Brasil.

A politica de encarceramento não é eficaz, isto é fato. A experiência de colocar na cadeia indiscriminadamente fomentou e fortaleceu as facções criminosas. estas facções cooptam os presos ingressantes, sobretudo os sujeitos a pequenas penas, que recebem proteção, custeio e treinamento enquanto estão privados de liberdade e pagam com ações criminosas (geralmente mais graves e elaboradas que as anteriores a filiação) quando ganham as ruas. O que pode ser pior que esta politica? A politica de desencarceramento que está sendo gestada bem agora. Se por um lado o modelo atual se mostrou falido, soltar presos indiscriminadamente vai ser um tiro no pé por um motivo muito simples: Quem está no sistema carcerário hoje já foi cooptado por uma facção e, obviamente, ao sair em bando, vai fortalecer as facções nas ruas.


O que está se pretendendo é simplesmente "abrir a porteira" e despejar nas ruas de uma só vez os criminosos que eram liberados a conta-gotas. Uma "mão na roda" para as quadrilhas.

Se o Brasil fosse um país sério o problema seria esmiuçado e a solução pensada a longo prazo. O esforço entre os poderes gestaria politicas publicas, ritos processuais e procedimentos penais que diminuíssem a demanda por pena de prisão e fosse eficiente na punição e na reeducação dos criminosos. 

Crimes de menor potencial ofensivo receberiam penas alternativas que incluíssem formação social, acadêmica e profissional combinadas com prestação de serviços efetivos (para a sociedade e para o reeducando como manutenção predial em escolas e hospitais, limpeza de ruas e córregos, etc...). presos de baixa periculosidade poderiam cumprir pena de regime semi-aberto (quando o preso trabalha durante o dia e dorme na cadeia) nas delegacias de bairro ou até em albergues devidamente vigiados (a demanda por segurança seria pequena já que estes estabelecimentos tratariam apenas os que comprovadamente não oferecem riscos).

Menores infratores passariam por uma audiência de custódia com um juiz criminal, outro da vara da infância, um promotor e um psicologo forense, que decidiriam na hora se a criança é ou não imputável e encaminhariam para o cumprimento de pena segundo o ECA ou o código penal, conforme o constatado.

o regime de progressão de penas sofreria uma reformulação onde o preso precisasse passar por constante avaliação e só progrediriam os que comprovassem avanços efetivos, deixando de ser uma regra para ser uma exceção só contemplando réus primários  e crimes mais graves receberiam penas mais adequadas, seguras e eficazes.

Presos reincidentes, hediondos (seus crimes) e de alta periculosidade são minoria das condenações e poderiam assim receber penas duras, sem contato físico com suas visitas e de cumprimento integral, de forma que o estado pudesse de fato gerir o sistema prisional, punindo e reinserindo na sociedade com justiça.

A correria que está sendo feita agora é imediatista e vai apenas mudar o problema de lugar e de forma. Daqui a pouco a sociedade está pedindo socorro outra vez.